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CAPÍTULO I – SOB UM PONTO DE VISTA


Quando falei na introdução que a ciência do futuro pode ser intuída, quis dizer que tudo é ciência e sua compreensão depende do nosso nível de maturidade tanto física quanto de evolução.


A nossa maturidade em nível de evolução para a compreensão da ciência depende de aprendizado através de experiências. Para aprendermos determinado assunto, temos que ter contato com ele, seja através da leitura, conversa, ou experimentação de fato. Por exemplo, se pedirmos para um indígena que nunca saiu da floresta fazer um bolo, ao chegar à cozinha ele pode nem saber do que se trata, a não ser que alguém já tenha lhe dito o que é um bolo, ele tenha lido em algum livro ou já tenha feito um antes.


Já em nível de evolução física, depende do poder de decodificação, cognição e outras coisas relacionadas à funcionalidade de nosso cérebro. Em outras palavras, depende da evolução de nosso corpo físico. Não podemos esperar que um Fusca corra a mesma velocidade que uma Ferrari. Por exemplo, na época em que viviam os homens das cavernas na Terra, jamais teriam a condição de compreender o funcionamento de um avião, mesmo que tivessem aulas de engenharia por todas as suas vidas, pois os seus corpos físicos ainda estariam muito imaturos para compreenderem o mecanismo de algo tão complexo para os seus cérebros.


Vivemos em um mundo onde o que não é compreendido se transforma em mistério, religião, paranormalidade, esoterismo ou simplesmente como algo inexistente, mesmo que exista. Se um médium vê um espírito, para a religião é algo do Capiroto, já para a ciência, é algo criado por sua imaginação, é insanidade. Felizmente, em relação a isso, estamos começando a avançar e já se tem aceitado muito mais nos dias de hoje do que há anos atrás.


Está na hora de deixarmos de lado o preconceito e tentarmos entender o que não nos é familiar, de não configurarmos determinada situação como inexistente ou de outro mundo de cara, mas darmos chance a ela, a analisarmos, pensarmos em sua possibilidade de existência, pesquisarmos e decidirmos com nossa lógica se ela é real ou não e do que pode se tratar.


Um exemplo prático disto: Em muitas religiões, a planta Arruda é utilizada para aumentar a vitalidade das pessoas, assim como o sal grosso. Para as religiões diferentes é macumba, para a ciência adormecida é simpatia. Mas a verdade é que o nosso corpo físico, mesmo sendo físico, é energia, e possui diferentes tipos de energia, dependendo da densidade. Num mesmo corpo temos vários níveis de energia, desde a parte física, que também é um tipo de energia, pois tudo é energia, até a camada mais sutil. Quando estamos sem vitalidade, nosso corpo está carente de elétrons, o que nos faz sentir tristes, sem forças. A Arruda e o sal grosso, por exemplo, são repositores de elétrons, são doadores de elétrons para um corpo carente dos mesmos. Não é macumba e nem simpatia, é ciência, é natural, é reação química, é natureza.


Tudo depende de um ponto de vista. Tudo depende de pré-conhecimento, e de maturidade do corpo físico.


“Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.”
William Shakespeare
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